terça-feira, 31 de março de 2009

A Santa Missa lhe dá tédio?

Prepare-se, pois se encontrará com o Senhor

1. De casa para a Santa Missa, “prepare o seu coração”, pois você se encontrará com o seu Senhor, com uma pergunta: “Pelo que me mostrarei agradecido a Deus? Que levo nas mãos para oferecer-Lhe hoje?”
2. Seja pontual e fique num lugar próximo ao altar, para não se dispersar.
3. Participe de toda a liturgia, cantos, posições do corpo, como o sentar ou ajoelhar-se.
4. Preste atenção às leituras e à pregação do padre. O Salmo é a sua resposta a Deus, por isso cante respondendo ao refrão [do Salmo].
5. Depois de comungar faça um momento de oração, uma ação de graças a Deus por se doar a você mais uma vez.
6. Por fim, marque um pequeno compromisso com Jesus para a semana que vem.

Saiba como se encontrar com o seu Senhor.

Seis razões para ir à Santa Missa

1. Você conhece algum cristão sério que não vá à Missa?
2. A Celebração Eucarística não é uma invenção da Igreja ou dos homens, mas do próprio Jesus, por isso não podemos mudar o que Ele nos deixou.
3. Ir à Missa é encontrar-se com Cristo e constitui um encontro de Seus seguidores entre si.
4. A Missa é um momento privilegiado para escutar a Palavra de Deus.
5. Eucaristia quer dizer “ação de graças”. Você não tem nada para agradecer a Deus?
6. Por fim, a Eucaristia nos alimenta e fortalece.
Não perca tempo! Vá se encontrar com o seu Senhor!

Padre Anderson Marçal - retirado de cancaonova.com


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Festas ou Grupos de Jovens: dois caminhos, uma escolha

Uma escolha que cada um de nós deverá fazer

Como decidir? Para onde ir? Onde ficar? O que fazer?

Normalmente, dois grupos tomam caminhos bem opostos. O primeiro dá vazão à carne e cai na folia, aproveita para passear, come, bebe, diverte-se segundo os desejos próprios da carne. O outro grupo costuma tomar um rumo bem oposto: deixa tudo e retira-se para encontros e retiros espirituais. De sexta a Domingo dedica-se a estar com o Senhor: ouvindo a Palavra, louvando-O e adorando-O. Para este [grupo], aplica-se e torna-se realidade esta Palavra de Neemias: “Não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força” (Ne 8,10).

Trata-se, porém, de uma festa e de uma alegria bem diferentes daquelas que o mundo oferece. Nos retiros espirituais não há preocupação com droga, camisinha ou contaminação com doenças. O único contágio que geralmente acontece com esse grupo é o da alegria. Uma alegria que só o Senhor Deus pode oferecer.

Há dois caminhos totalmente opostos. Mas, você pode escolher apenas um deles. Jesus lembrou: “Não podeis servir a dois senhores” (Mt 6, 24). Uma escolha que cada um de nós deverá fazer, sabendo que: “Os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que queríeis” (Gl 5,17).

Cada caminho leva a um destino e um final diferentes. Por isso, Jesus nos preveniu: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram” (Mt 7,13-14).

E quanto a você? Qual dos dois caminhos escolherá?

Há outros alternativos, mas esses dois são os mais. Cristo falou e nos alertou sobre as festas que o mundo oferece: um dia, elas seriam parecidas com o que já aconteceu na face da terra, nos tempos de Noé: “Como ocorreu nos dias de Noé, acontecerá do mesmo modo nos dias do Filho do Homem. Comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Veio o dilúvio e matou a todos” (Lc 17, 26 – 27).

É importante que estejamos bem atentos e procuremos fazer como Maria “que escolheu a melhor parte” (cf. Lc 10, 42): ficou aos pés de Jesus.

O efeito de cada uma das escolhas aparecerá claramente no futuro. Todos podem até estar cansados; mas, o estado de ânimo será bem diferente. Enquanto uns estarão curtindo a ressaca e o vazio; outros estarão com o coração exultante da alegria do Senhor.

Sejamos espertos: escolhamos a melhor parte, como Jesus mesmo afirmou: “Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada” (Lc 10, 42). Bom retiro!

Adaptado do texto de Padre Alir



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A máscara do "Sexo Seguro"

A meta do slogan é aumentar a promiscuidade sexual

Num cartão-postal li: “Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência 2008 incentiva o conhecimento sobre contracepção responsável e moderna”. Pasmem! Nesse anúncio supõe-se como natural que a adolescente esteja “mantendo relações sexuais” e o que ela precisa saber são os métodos sobre contracepção responsável e moderna.
Como proclamar e viver o plano divino para o homem e a mulher, chamados desde “o princípio” à íntima comunhão interpessoal da “unidade de dois”, quando o slogan mais famoso que temos referente à sexualidade é “sexo seguro”, como se o aspecto mais importante da união sexual fosse não contrair doença ou prevenir uma nova vida? Não quero aqui tratar das mentiras “técnicas” desse slogan. Quero tratar aqui do seu aspecto moral. Para isso devemos responder:
• Qual é a imagem do homem e de mulher...
• Qual a meta...
• E qual o resultado que este tipo de slogan esconde?
A imagem transmitida pelo slogan é que o homem e a mulher são “puro instinto”, e que ao “não conseguir se segurar” frente ao estímulo provocado pelo “outro” devem estar “prevenidos” para uma relação casual, daí a necessidade de levar a camisinha no bolso e a pílula na bolsa. Fica claro entender por que a preocupação fundamental é a “prevenção de doença" – ou gravidez (que também é tratada como “doença”) – já que não se consegue ensinar o que é realmente a relação sexual e que os jovens (e adolescentes!) “não conseguem se segurar”, pelo menos se tapeia, fingindo que se ajuda distribuindo preservativos e pílulas.
A imagem do homem e da mulher no plano divino é bem oposta a essa. Ela afirma que o ser humano é um ser livre, e que diferente do animal, ele pode e deve escolher.
A meta do slogan “sexo seguro” é aumentar a promiscuidade sexual. E pelo aumento da gravidez de crianças e adolescentes podemos comprovar essa triste realidade. Lógico que toda a culpa não recai só nessa campanha nacional do governo ou em outras parecidas a essa. Toda a nossa anticultura tende para isso: músicas pornográficas sendo cantadas por bebês; novelas como o alimento diário das famílias; uma ditadura da moda que faz com que as mulheres se vistam como prostitutas... Se isso é plantado diariamente, o que queremos colher? Uma geração heroica ou uma geração doentia?
A meta da união conjugal no plano divino é uma meta inscrita no próprio corpo – masculino e feminino – que exige uma entrega consciente e livre de toda a pessoa e não somente de sua genitalidade. Separar a pessoa da sua sexualidade é reduzi-la, tornando-a simplesmente um objeto para satisfazer um desejo concupiscente, isto é, um mau desejo. Por isso, para que uma união conjugal seja autêntica é necessário um amor maduro, um amor que saindo do seu “eu” aceite ser total e irrevogavelmente do “outro”. Um amor, nas palavras de João Paulo II, que reconheça o “significado esponsal do corpo humano”, isto é, a sua capacidade de expressar amor, precisamente aquele amor no qual a pessoa se torna um dom e – por meio desse dom – realiza o sentido completo de seu ser e de sua existência” (Audiência de João Paulo II, 16 de janeiro de 1980).
O resultado que o slogan “sexo seguro” produz é uma geração escrava de si mesma, pois “a paixão se manifesta a si mesmo como uma insistente tendência em direção à satisfação dos sentidos e do corpo (separada da pessoa). E a satisfação, de acordo com o homem dominado pela paixão, busca extinguir o fogo, mas ao invés disso, não alcança as fontes da paz interior... o homem que está ocupado em satisfazer os seus sentidos não encontra descanso nem encontra a si mesmo, mas pelo contrario “consome a si mesmo” (Audiência JPII, 10 setembro de 1980).
O resultado do plano divino é que o homem e a mulher possam ver o seu corpo orientado interiormente pelo ‘dom sincero’ da pessoa, revelando um valor e uma beleza que ultrapassam a dimensão simplesmente física da ‘sexualidade’, e nesta doação se realizarem como pessoas, ao reconhecer no outro um ser único e irrepetível: alguém escolhido pelo eterno Amor (Cf. Audiência de João Paulo II, 16 de janeiro de 1980).
Ah! Se o Plano Divino fosse o fundamento da imagem, da meta e do resultado buscado num slogan de campanha nacional, como este slogan seria diferente!

fonte: www.teologiadocorpo.com.br

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sexta-feira, 27 de março de 2009

SÃO JOÃO MARIA VIANNEY - ROGAI POR NÓS


Corpo Incorruptível de S. João Maria Vianney


João Maria Batista Vianney (Lion, Dardilly, 8 de maio de 1786 - Ars-sur-Formans, 4 de agosto de 1859), ou Santo Cura de Ars, como ficou conhecido, foi um sacerdote francês, canonizado pela Igreja Católica. É considerado o padroeiro dos sacerdotes.
Era filho de Mateus Vianney e Maria Béluse, e o quarto de seis irmãos numa família de camponeses. somente foi ordenado sacerdote depois de vencer muitas dificuldades. Foi-lhe confiada uma pequena paróquia em Ars, na diocese de Belley, foi admirável exemplo de vida de cristã, exercitou uma eficaz pregação, com a mortificação, oração e caridade. Revelou qualidades excepcionais na administração do sacramento da Penitência e na direção espiritual das almas. Sua fama de santidade correu por toda a França ainda em vida, de todas as partes acorriam pessoas para se confessar com ele e ouvir os seu conselhos. Faleceu em Ars, em odor de santidade, em 1859.
Três anos após a sua morte o bispo Monsenhor Langalerie, deu início ao processo da sua canonização e ouviu setenta testemunhas. O Papa Pio IX, em 1866 abriu o processo Apostólico, em 30 de outubro de 1872 foi declarado Venerável, em 8 de janeiro de 1905 foi declarado Beato e patrono de todos os sacerdotes que têm cura de almas na França, por Pio X. Foi canonizado pelo Papa Pio XI em 1 de novembro de 1924. A sua festa litúrgica é comemorada no dia 4 de agosto.
Por ocasião do centenário da sua morte, em 1959, o Papa João XXIII promulgou a Carta Encíclica Sacerdotii Nostri Primordia realçando a suas virtudes e relembrando o seu exemplo principalmente para os sacerdotes da Igreja Católica.
Dele disse João XXIII: "Por último, resta-nos evocar na vida de s. João Maria Vianney este aspecto do ministério pastoral, que para ele, durante muitos anos de sua vida, foi como um longo martírio e fica para sempre ligado à sua memória: a administração do sacramento da penitência, que dele recebeu singular brilho e produziu os mais abundantes e salutares frutos. "Em média, cada dia, passava quinze horas no confessionário. Este labor cotidiano começava de madrugada e só acabava à noite". E quando caiu esgotado, cinco dias antes de morrer, os últimos penitentes aglomeravam-se à cabeceira do moribundo. Calculou-se que no final da vida, o número anual dos peregrinos atingisse oitenta mil." (op. cit.)
"Dificilmente se podem imaginar as contrariedades e os sofrimentos físicos destas intermináveis horas no confessionário, para um homem já esgotado pelos jejuns, macerações, enfermidades, e falta de sono... Mas, acima de tudo, ele sentia-se como moralmente esmagado pela dor. Escutai a sua lamentação: "Ofende-se tanto a Deus, que quase nos sentimos tentados a pedir o fim do mundo!..É preciso vir a Ars para se saber o que é o pecado e a sua multidão quase infinita... Não se sabe o que se deve fazer: só se pode chorar e rezar". O santo esquecia-se de acrescentar que tomava também sobre si uma parte da expiação: "Pela minha parte - contava ele a quem lhe pedia conselho - dou-lhes uma penitência pequena e o resto faço-a eu por eles"." (op. cit.)
"Patife! - gritou o demônio a Cura d'Ars, batendo-o contra a parede do quarto - Já me roubastes 80 mil almas este ano! Se existissem 4 sacerdotes como tu, estaria logo acabado o meu reino no mundo." Santo Cura d'Ars era, talvez, o sacerdote menos dotado e mais desprevinido da França. Entrou no seminário por um Graça especial de Nossa Senhora: sabia recitar bem o Rosário. Manteve-se sempre na sua humildade, ciente de ser um inepto. Pensou em rezar e fazer penitência com todas as suas forças.O resto o fez Deus. Foram coisas incríveis que mortificaram o Inferno inteiro, impotente de frente a este sacerdote humilde. É a verdade da Palavra de Deus: "Quem se exalta será humilhado; quem se humilha será exaltado". (Lc 14,11)

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SER IGREJA NO NOVO MUNDO

Todos os que trilham o caminho da justiça sempre sofreram perseguições. Até mesmo nos livros sapienciais da bíblia se encontram referências sobre este tema. De modo especial o livro da Sabedoria vem trazer ao dia de hoje, como que uma profecia a descrever o que a Igreja católica, principalmente no Brasil vem passando. As seitas religiosas ou até mesmo os que não praticam religião, tentam desistabilizar a nossa Igreja com críticas e mais críticas.
A verdade infundada do mundo seduz a milhares hoje, como lobo em meio aos cordeiros. Incomodados com a presença da Igreja nos assuntos que lhe foram confiadas a defesa, como a vida, tentam lhe armar ciladas e distorcer a realidade. Mas a própria igreja permanece inabalável, pois o mundo se tropeça em sua própria mentira, e o próprio mundo se curva diante da igreja católica na voz de um dos cientistas mais renomados e que inclusive defende o liberalismo. Para enterdermos melhor o contexto analisemos o livro da Sabedoria:

Leitura do Livro da Sabedoria. Cap. 2, 1a.12-22

1aDizem entre si os ímpios, em seus falsos raciocínios: 12“Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda: ele se opõe ao nosso modo de agir, repreende em nós as transgressões da lei e nos reprova as faltas contra a nossa disciplina.
13Ele declara possuir o conhecimento de Deus e chama-se ‘filho de Deus’. 14Tornou-se uma censura aos nossos pensamentos e só o vê-lo nos é insuportável; 15sua vida é muito diferente da dos outros, e seus caminhos são imutáveis.
16Somos comparados por ele à moeda falsa e foge de nossos caminhos como de impurezas; proclama feliz a sorte final dos justos e gloria-se de ter a Deus por pai. 17Vejamos, pois, se é verdade o que ele diz, e comprovaremos o que vai acontecer com ele. 18Se, de fato, o justo é ‘filho de Deus’, Deus o defenderá e o livrará das mãos dos seus inimigos. 19Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; 20vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque, de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro”.
21Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se; pois a malícia os torna cegos, 22não conhecem os segredos de Deus, não esperam recompensa para a santidade e não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras.


Agora analisemos a manchete:

"O Papa está certo" - Diz autoridade no Combate Mundial a AIDS

Página do Dr. Edward Green, no site da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos

"Eu sou um liberal nas questões sociais e isso é difícil de admitir, mas o Papa está realmente certo. A maior evidência que mostramos é que camisinhas não funcionam como uma intervenção significativa para reduzir os índices de infecção por HIV na África."

Esta é a afirmação do médico e antropólogo Edward Green, uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Uma das instituições educacionais mais prestigiadas do mundo.

Na terça-feira, 17 de março, em entrevista concedida a jornalistas no avião papal rumo à África, Bento XVI afirmou que a AIDS não vai ser controlada somente com a distribuição de preservativos. Para o Pontífice, a solução é "humanizar a sexualidade com novos modos de comportamento". Por estas declarações, o Papa foi alvo de críticas.

Dr. Edward Green, com 30 anos de experiência na luta contra a AIDS, tratou do assunto no site National Review Online (NRO) e foi entrevistado no Ilsuodiario.net.

O estudioso aponta que a contaminação por HIV está em declínio em oito ou nove países africanos. E diz que em todos estes casos, as pessoas estão diminuindo a quantidade de parceiros sexuais. "Abstinência entre jovens é também um fator, obviamente. Se as pessoas começam a fazer sexo na idade adulta, elas terminam por ter menor número de parceiros durante a vida e diminuem as chances de infecção por HIV", explica.

Green também aponta que quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, como os preservativos, corre mais riscos do que aquele que não a usa. "O que nós vemos, de fato, é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento dos índices de infecção. Não sabemos todas as razões para isto. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos 'risco compensação'".

O médico também afirma que o chamado programa ABC (abstinência, fidelidade e camisinha – somente em último caso), que está em funcionamento em Uganda, mostra-se eficiente para diminuir a contaminação.

O governo de Uganda informa que conseguiu reduzir de 30% para 7% o percentual de contaminação por HIV com uma política de estímulo à abstinência sexual dos solteiros e à fidelidade entre os casados. O uso de camisinhas é defendido somente em último caso. No país, por exemplo, pôsteres incentivam os caminhoneiros - considerado um grupo de risco - a serem fiéis às suas esposas.


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